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domingo, 4 de julho de 2010

Conheçendo Annie Leibovitz


Annie Leibovitz nasceu em Westport, Connectcut, no dia 2 de outubro de 1947.

Americana, terceira filha, de uma família de seis irmãos, começou a se interessar por fotografia em uma de suas visitas a sua família, que estava vivendo nas Filipinas.

Sua primeira oportunidade de trabalho foi na década de 1970, em uma participação em um movimento pacifista, onde retratou o poeta Alan Ginsberg fumando maconha.

A revista Rolling Stone fez de tudo, para que Annie os vendesse a foto, o que serviu de gancho para que ela fotografasse celebridades como John Lennon, Bob Dylan, entre outros.

Durante os seus anos de total entrega à arte, Annie mostra-se uma artista preocupada, claramente, com a estética fotográfica enquanto arte, e seu trabalho pode ser descrito como o de uma amante da beleza e da inovação.

Annie Leibovitz fotografou celebridades como John Lennon, Jennifer Hudson, Suri Cruise, Gisele Bündchen, e muitos outros.

A história de Annie pode ser encontrada em seis livros que ela mesma escreveu. Seu último lançamento foi “Annie Leibovitz – A Vida de uma Fotógrafa – 1990 - 2005” que é uma crônica fotográfica íntima sobre seus últimos 15 anos de vida, que coincidem com o tempo da relação amorosa com Susan Sontag.

Também podemos encontrar materiais sobre a vida de Annie em um documentário com, aproximadamente 90 minutos de filme, feito por sua irmã, Bárbara Leibovitz, chamado “Annie Leibovitz – a vida através das lentes”. Neste documentário, a fotógrafa conta que o pai, que morreu um tempo depois de Sontag, aos 91 anos de idade – e que também aparece no livro – foi o maior responsável pelo desenvolvimento de seu amor pela fotografia.

Aos seus 17 anos, ele a presenteou com uma câmera Nikon, e foi essa prenda, que a tornou uma fotógrafa.

A fotografia que mais a influenciou foi um retrato de família feito pelo pai onde todos apareciam perfilados lado a lado olhando para a objetiva. A imagem é de uma simplicidade e de uma geometria minimalistas que a influenciaram em um trabalho futuro. Simples, divertido e comunicativo.

Seria impossível contar a história da fotografia, sem mencionar o nome de Annie Leibovitz. Sua obra deve ser reconhecida, divulgada e admirada, por todos, pois traz respostas positivas e enriquecedoras para os que a sabem admirar.


Por: Everton di Lima e Tailise Galvão;

Um comentário:

  1. Ah Everton, fiquei curiosa pra ver a foto que ela tirou da família!

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