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domingo, 4 de julho de 2010

Por trás da fama

Vida de celebridade nem sempre é só glamour como muitos pensam, até porque eles são gente como a gente e todos somos muito mais parecidos do que imaginamos, como afirma Weber. Não parece, mas Britney Spears e Ronaldo Fenômeno sociologicamente têm uma coisa em comum, foram do auge ao declínio em um curto espaço de tempo, comparando com a brilhante trajetória profissional que ambos demoraram pra construir, e que há pouco tempo foi colocada em risco através das ações sociais, que para Weber é todo tipo de conduta humana (ato, omissão ou permissão) relacionada a outros indivíduos, que eles vivenciaram.

Britney quando agrediu um paparazzi com guarda-chuvas é um exemplo de ação social afetiva, segundo Weber, pois foi um acontecimento momentâneo, de pura emoção da cantora; o fato dela não ter uma religião sólida na qual segue, e mesmo assim se casar na Católica com um amigo no dia 3 de Janeiro de 2004 foi um caso de ação social tradicional, segundo o sociólogo, pois foi por puro simbolismo, tradição, até porque 55 horas após, o casório foi anulado. Já o ato solidário de Ronaldo a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), de pedir ao Corinthians para não colocar propaganda na camisa num jogo em Fevereiro deste ano, e sim, a logo da instituição, para depois leiloar a peça e reverter à renda para a associação, é um exemplo de ação social racional com relação a princípios, valores; e a decisão do craque em perder peso e treinar bastante para integrar o time, não gerar mais noticiário negativo a respeito desses quesitos e voltar a ser bem-visto da sociedade é um exemplo de ação social racional relacionada a fins, pois foi um objetivo, uma meta que ele traçou.

Hoje em dia com a globalização, que para Guiddens vai além do mercado, vai da intensificação das relações sociais em escala mundial, aumentou bem mais a interação entre fãs de todos os lugares, assim como a circulação em grande escala das notícias publicadas nos mais diversos veículos informativos, atingindo assim, o mundo inteiro, confirmando a teoria de Weber que a sociedade é uma teia de relações socais, pois para ele só vivemos em sociedade no momento em que estamos se relacionando. Por isso, todos os acontecimentos envolvendo ambos também foram efeito do que os meios de comunicação trouxeram para o público, pois atualmente não há mais aquela preocupação de divulgar uma notícia verídica, agora são publicadas qualquer coisa, rumores, muita das vezes fazendo com que as pessoas depois de descobrirem a verdade, percam a confiança naqueles meios, além de afetar ainda mais na vida dos envolvidos na situação, pois a perseguição e a permanência nesses determinados temas de crise são cada vez mais constantes, ao em vez de serem rapidamente resolvidos para não gerar maiores transtornos, pois a mídia torna-os públicos, deixando-os de serem de conhecimento restrito.

Por conseqüência disso, as pessoas se colocaram contra os artistas pelos ocorridos - Britney raspando a cabeça, deixando o filho cair, e Ronaldo engordando, escândalo no caso com a travesti... - fazendo valer a idéia de Weber que acredita no posicionamento da sociedade.

Porém, a música no caso de Britney e o esporte no caso de Ronaldo, são ótimas alternativas de saída às más condutas e futuros promissores pra muita gente. Errar é humano e as pessoas aprendem com seus erros, tanto que atualmente eles estão se reerguendo cada vez mais, fazendo sucesso, se policiando de tudo o que é publicado e publicável, enfim, procurando ser quem eles eram antes, com imagens positivas e motivo de orgulho para seus fãs, amigos e familiares.

A Vila

O filme “A Vila” de cara nos assusta um pouco, pois dá a entender que será um filme de terror e suspense, mas no decorrer dos fatos, percebemos que é uma história cheia de mistérios.

No começo, vemos todos comendo juntos, agradecendo antes em forma de oração, se ajudando nas tarefas (as meninas lavando as louças, as mulheres varrendo suas casas), sempre se divertindo, felizes, exemplos da consciência coletiva, onde o coletivo tem um peso maior que o individual e da solidariedade mecânica, que predomina nas sociedades simples com pouca divisão interna de trabalho social, ambas as teorias defendidas pelo sociólogo Durkeim; Gina pedindo a bênção de seu pai para se casar, pois é uma jovem que vê o amor como uma bênção e agradece por isso, diferente dos jovens dos dias atuais, que não têm mais o costume de pedir a benção e só querem saber de ficar, vulgarizando esse sentimento tão puro, bonito e intenso; Ivy, irmã de Gina, se ofendendo com a frase “Não vale roubar” dita por seu amigo Noah, na qual estava lhe propondo uma corrida, se magoando com uma brincadeira, um modo de dizer uma coisa que hoje, infelizmente, virou banal; O senso comum da morte do animal que dá a idéia de que é uma coisa ruim, errada, pois é um conceito que foi passado por gerações, além de ser também um exemplo de fato social defendido por Durkeim. Com tudo isso, enxergamos então que aquela é uma “sociedade perfeita”, onde todos gostariam de morar, pois nos mostra uma vivência simples, coletiva e harmônica, que para esse sociólogo é o que a sociedade busca, porém, temerosa por causa das lendas.

Porém, ao sabermos pelos anciões que há um acordo entre o vale e a floresta proibida, de que um não pode invadir o outro, pra não violar esse acordo e não ocasionar em coisas ruins; que as pessoas da vila repudiam o vermelho, pois falam que essa cor representa aqueles que eles não podem mencionar (que para o povoado são animais, tipo coiotes que vivem na floresta, já hoje em dia, os animais são as próprias pessoas que roubam, matam...); que o amarelo significa a cor da segurança, entre outras coisas, compreendemos que esta é uma história bem mais complexa do que imaginamos, justamente o que Heráclito de Éfeso sustentava, de que tudo se relaciona com complexidade.

Mas tudo começa a ser explicado quando Lucius, que é um jovem muito corajoso, decide ir até à cidade em busca de remédios para a cura dos necessitados do vilarejo, como Ivy, que é cega e Noah, que tem problemas mentais. Mais é impedido por este, que ao saber do seu romance com Ivy, o esfaqueou por amor, que vendo seu companheiro entre a vida e a morte, pede permissão a seu pai para que ela mesma possa atravessar a floresta para trazer medicamentos para salvar a vida de Lucius, que com essa atitude, tanto ela, quanto ele, demonstram o conceito de Anomia defendido por Marx. O Sr. Walker permitiu, mas não pôde ir junto porque falou que foi a filha que deu seu coração a Lucius, então é ela que tem que cumprir com sua responsabilidade. Ao ser questionado sobre deixá-la concretizar esse ato sozinha, mesmo sendo deficiente visual, o Sr. Walker respondeu: “Ela é mais capaz do que a maioria de nós, ela é guiada pelo amor, e é o amor quem move o mundo, o amor é capaz de tudo”, e um amigo dele completou: “Ivy está indo em direção à esperança”. Porém, antes de deixar sua filha ir, o Sr. Walker teve uma conversa com ela, a contando que o seu pai morreu por dinheiro, pois o sócio dele o matou e depois se enforcou, por conta disso, para ele o dinheiro mancha a alma dos homens, por isso que o dinheiro não faz parte da realidade das pessoas que vivem na vila. Disse-lhe também que os gritos vindos da floresta eram as próprias pessoas que criavam os sons; Na Cerimônia da Carne, esta era retirada pelos próprios anciões; Os treinamentos eram porque não queriam que ninguém fosse para as cidades, e sobre os animais esfolados, algum ancião deve ter sido responsável, para evitar que alguém atravessasse a floresta, que para eles, era sinônimo de perder seus entes queridos, deixando Ivy decepcionada com todos os anciões, inclusive com seu pai, que é o líder deles.

E as emoções não param por aí. Noah foge da prisão de onde estava por ter cometido o crime contra Lucius (que é uma espécie de quarto trancado por cadiado) e encontra uma roupa que os anciões usavam para amedrontar as pessoas do vilarejo, pôs a vestimenta e seguiu para floresta atrás de Ivy, que acabou o matando pensando que ele era um animal. Ao saberem da triste notícia, os anciões chegaram à conclusão de que ele tornou as histórias do vilarejo reais, e resolveram omitir a verdade e contar para o povo que Noah morreu sendo atacado por aqueles que não podem mencionar. Em contra-partida, Ivy ao chegar na cidade se assustou ao perceber que lá tinha bondade (vinda do policial que a ajudou) e ao regressar à vila, levou os remédios para a cura de seu grande amor.

Agora vale lembrar que quando Ivy chega na cidade, notamos que a família dela é a dona da floresta, pois é o seu sobrenome, Walker, que está estampado na porta do carro do vigia, que pode ter a ajudado pelo fato dela dizer o nome completo e ele perceber que ela é a filha do patrão; antes dela ir, na conversa de desabafo do pai, ele fala que dinheiro mancha a alma do homem e que por isso na vila eles não ligam pra isso, sendo que para fundar uma vila foi preciso ter dinheiro e ele sendo dono de toda a floresta, conseqüentemente tem negócios na cidade, então ele liga sim para dinheiro, se contradizendo como Marx mesmo já consolidava no século XIX, afirmando a contradição como a própria substância da realidade. Vale ressaltar também, que os anciões foram idealistas, pois tiveram primeiro a idéia e depois partiram para a prática, como Hegel pensava, ao criar uma vila em busca de refúgio de uma cidade cheia de violência, propondo uma sociedade igualitária, única, com padrão de vida, regras e costumes próprios; a falta de informação que eles tinham, o que os levou a visão de Etnocentrismo, na qual eles viam a realidade deles como a única, e o poder de manipulação que os anciões exerciam sobre o restante do vilarejo, tanto que eles conseguiram que durante anos ninguém passasse pela lendária floresta e chegasse à temida cidade.

As questões que ficam em aberto no filme são: “Será que agora mesmo sabendo de toda a verdade Ivy vai se calar ou vai tentar mostrar a realidade ao povo? Será que eles vão continuar mantendo o mesmo padrão de vida, mesmo depois de Ivy já saber da verdade e de um membro da vila ter chegado à cidade? Será que o mocinho do filme, Lucius, vai sobreviver depois do ataque de Noah?”, lembrando que Marx afirma que a luta de classes é o motor da história, e só esse embate entre a classe dominada (todo o vilarejo) contra a classe dominante (os anciões) poderá mudar o destino daquele lugar.

Definição dos termos de promoção do Mix de Marketing

• Propaganda - Criação de um conceito, identidade através de um comercial, de uma produção, direcionada a todo o mercado alvo com o objetivo de servir a uma agenda. Refere-se geralmente aos esforços patrocinados por governos e partidos políticos.

O CENP, Conselho Executivo de Normas Padrão, um dos órgãos que normaliza a atividade publicitária no Brasil, considera publicidade como sinônimo de propaganda. Esta confusão entre os termos propaganda e publicidade no Brasil ocorre por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, principalmente pelos da língua inglesa. Porém, o termo propaganda é usado quando a veiculação na mídia é paga, já a publicidade refere-se a veiculação espontânea.

A propaganda pode ser usada tanto para promover um produto comercial quanto para divulgar crenças e idéias religiosas, políticas ou ideológicas. Exemplos de propaganda são panfletos e programas (de rádio/TV).

A propaganda pode ser classificada de acordo com a origem como:

- Propaganda Branca é a que vem de fonte identificada;

- Propaganda Negra é a que na verdade vem de um adversário;

- Propaganda Cinza aquela que pretende vir de uma fonte neutra, mas vem de um adversário;


• Promoção de Vendas – É a interação, o contato direto do consumidor com o produto no ponto de venda. Pode ser definida como um conjunto de métodos e recursos com o objetivo de aumentar o volume de vendas de um produto ou serviço durante um período de tempo determinado. Ela está praticamente ao alcance de qualquer empresa, pois na maioria dos casos não depende de grandes investimentos.

Para aumentar o nível de vendas, a promoção deve proporcionar ao consumidor um benefício concreto, sensibilizando-o naquele momento, para que ele então, possa efetuar a compra. Portanto, não se deve prolongar uma campanha por muito tempo, pois o benefício adicional pode incorporar-se ao produto ou serviço, reduzindo o impacto e os resultados da ação promocional, e o cliente achar que aquela promoção será para sempre.

Por canta disso, um bom planejamento e o acompanhamento dos resultados durante a ação promocional é de grande importância, para saber como está indo a técnica, que serve para chamar a atenção do pública para aquele produto ou serviço.


• Relações Publicas - Concentra-se na identidade da organização e na sua filosofia comportamental, tendo por foco sua imagem projetada na opinião pública. Por isso, planeja e executa um programa de ação para conquistar a compreensão e a aceitação pública, gerando um conceito favorável sobre a organização, capaz de despertar credibilidade, boa vontade em relação a ela, suas atividades e seus produtos. Conclusão, busca formar uma imagem favorável da empresa, ou a divulgação de suas idéias.

Dentro do âmbito de atuação de sua função estão os fornecedores, financiadores, órgãos reguladores, entidades de classe etc.


• Merchandising - É uma ferramenta de Marketing usada a partir da necessidade de vender o produto por si só quando não existe vendedor.

O conceito mais difundido e aceito no nosso meio define Merchandising como: “Técnicas, ações ou qualquer material promocional utilizado em pontos-de-venda, que informam o consumidor e dão mais visibilidade a produtos, marcas ou serviços, influenciando na decisão de compra”.

Então, Merchandising, é a venda direta no ponto de venda, está acima da promoção de vendas e a usa como ferramenta para efetivar sua estratégia.


• Venda Pessoal - É a comunicação individual entre um vendedor e um comprador em potencial (o vendedor possui o produto em mãos e ele mesmo explica o funcionamento deste para o cliente, como faz a Herbalife), onde a concretização da venda depende mais de sua técnica de abordagem de venda.


• Publicidade - Diz respeito a qualquer divulgação da empresa, sua marca ou produtos, de forma espontânea, em algum veículo de mídia, não paga e de forma não sistemática, envolvendo atividades como o planejamento, criação, veiculação e produção de peças publicitárias. Porém, muitas vezes percebendo o valor da publicidade, as empresas fazem o que se denomina Publicidade Marrom, quando notícias são divulgadas, principalmente em colunas assinadas, com pagamentos "por fora". Exemplo de Publicidade é um jogador usar a camisa da Nike para divulgar a marca.



A diferença entre eles é o tempo da ação, a forma de cada um deles, entre outras coisas, agora o objetivo de todos estes é o mesmo, a comunicação e a venda.

Egípcios, precursores do livro ilustrado e das histórias em quadrinhos

É interessante citar duas formas de expressão das quais os egípcios podem se dizer os precursores: os livros ilustrados e as histórias em quadrinhos.

De acordo com o livro, Evolução na Comunicação de Giovanni Giovannini, verdadeiros livros ilustrados eram os chamados “Livros dos Mortos”; não se sabe se foram assim denominados pelos árabes ou pelos primeiros estudiosos em egiptologia, estudo das coisas antigas do Egito, como seus monumentos, literatura, entre outras coisas. Eram rolos, geralmente de papiro, manuscrito antigo feito de folha de planta, mas, às vezes, de couro ou de linho, sobre os quais imagens ricamente coloridas ou desenhos a tinta decoravam um texto com hieróglifos, cujo principal objetivo era glorificar os feitos do rei, que acreditava ser a reencarnação do Deus Sol; esses textos eram considerados mágicos, utilizados principalmente em rituais religiosos ligados a morte, que era uma das maiores preocupações dos egípcios, prova disso foram as construções de pirâmides. Eram colocados nas tumbas dos defuntos mais ricos e foram encontrados centenas de exemplares, alguns com mais de dez metros de comprimento; quanto mais importantes fossem os mortos mais cobertos de textos eles eram; essas mensagens tinham função de demonstrar força e poder. Portanto, pode-se pensar que os textos, que com o passar do tempo tornaram-se convencionais, fossem fabricados em série pelos sacerdotes e que se deve ver nesta produção o sinal de um comércio inicial de livros.

Os relevos e pinturas nas tumbas onde os hieróglifos citam as palavras dos personagens reproduzidos aproximam-se, ao contrário, das nossas histórias em quadrinhos. Essas imagens revivem de modo extraordinariamente pitoresco os primeiros habitantes do vale do Nilo, sejam ao descreverem cenas da vida cotidiana (conversas durante banquetes, textos de canções), sejam ao comemorarem em vestes oficiais os feitos dos soberanos.

Sem dúvida alguma, trata-se de uma analogia, sobretudo formal, na medida em que, nas intenções dos egípcios, esta forma de expressão refletia uma concepção mágica da escrita e da imagem, ambas consideradas capazes de evocar a própria realidade das pessoas e das ações registradas.

O traço característico da escrita egípcia é a relação que ela teve com a arte, mais estreita do que qualquer outra., o que levou ao surgimento do livro ilustrado e das histórias em quadrinhos, duas invenções presentes até hoje.

Tábuas de Uruk

Há cerca de 6.500 anos (± 4.500 a.C.) o Homem inventou a escrita. A escrita cuneiforme (desenvolvida pelos sumérios, é a designação geral dada a certos tipos de escrita feitas com auxílio de objetos em formato de cunha), deve derivar de uma escrita pictográfica (um texto feito de imagens) mais antiga, denominada Warka (nome Árabe que quer dizer Uruk), gravada em placas de argila encontradas no Templo da cidade de Uruk, uma importante cidade situada no Sul do Iraque, mais precisamente na cidade de Bagdad. O próprio nome moderno Iraque é derivado de Uruk.

As tábuas de Uruk são peças de argila, como se fossem "livros de contabilidade", que mediam aproximadamente 2,5 a 4,5 centímetros, tendo faces retangulares ou ovais, onde os suméricos e babilônicos, assim como os assírios, registravam o quantitativo de sacos de cereal, de cabeças de gado, da pesca, da caça entre outros, pertencentes ao Templo. Os registros combinavam o figurativo com o numérico, gravando a cara do animal cuja existência queria se controlar o número correspondente às cabeças existentes. Isto significa que, a 5.000 anos antes de Cristo, o homem já considerava fundamental apurar os seus custos.

Deve-se notar a forma do registro a qual é semelhante à usada nas atuais folhas de cálculo (Excel) e em alguns sistemas de gestão de bases de dados (Access).

Embora rudimentar, o registro, em sua forma, assemelhava-se ao que hoje se processa. O nome da conta, "Matrizes", por exemplo, substituiu a figura gravada, enquanto o aspecto numérico se tornou mais qualificado, com o acréscimo do valor monetário ao quantitativo. Com isso, podemos dizer que a História da Contabilidade tem suas bases nas mais remotas idades, porém a Contabilidade como ciência só ocorre em períodos mais recentes.

Com tudo isso, pode-se comprovar que as Tábuas de Uruk, assunto principal do texto, está historicamente ligada as raízes da Comunicação e da Contabilidade. Parece que o Homem demorou muito tempo antes de começar a pensar em transmitir o seu conhecimento às gerações futuras, mais foi através dela onde tudo começou a ganhar um rumo e a evoluir conseqüentemente. E graças ao seu surgimento e aprimoramento, hoje em dia podemos fazer balances de estoques, comparações de gastos, entre outras coisas com mais facilidade e tecnologia.


Objetos simples de argila de Uruk;


    Objectos complexos de argila de Uruk;

Conheçendo Annie Leibovitz


Annie Leibovitz nasceu em Westport, Connectcut, no dia 2 de outubro de 1947.

Americana, terceira filha, de uma família de seis irmãos, começou a se interessar por fotografia em uma de suas visitas a sua família, que estava vivendo nas Filipinas.

Sua primeira oportunidade de trabalho foi na década de 1970, em uma participação em um movimento pacifista, onde retratou o poeta Alan Ginsberg fumando maconha.

A revista Rolling Stone fez de tudo, para que Annie os vendesse a foto, o que serviu de gancho para que ela fotografasse celebridades como John Lennon, Bob Dylan, entre outros.

Durante os seus anos de total entrega à arte, Annie mostra-se uma artista preocupada, claramente, com a estética fotográfica enquanto arte, e seu trabalho pode ser descrito como o de uma amante da beleza e da inovação.

Annie Leibovitz fotografou celebridades como John Lennon, Jennifer Hudson, Suri Cruise, Gisele Bündchen, e muitos outros.

A história de Annie pode ser encontrada em seis livros que ela mesma escreveu. Seu último lançamento foi “Annie Leibovitz – A Vida de uma Fotógrafa – 1990 - 2005” que é uma crônica fotográfica íntima sobre seus últimos 15 anos de vida, que coincidem com o tempo da relação amorosa com Susan Sontag.

Também podemos encontrar materiais sobre a vida de Annie em um documentário com, aproximadamente 90 minutos de filme, feito por sua irmã, Bárbara Leibovitz, chamado “Annie Leibovitz – a vida através das lentes”. Neste documentário, a fotógrafa conta que o pai, que morreu um tempo depois de Sontag, aos 91 anos de idade – e que também aparece no livro – foi o maior responsável pelo desenvolvimento de seu amor pela fotografia.

Aos seus 17 anos, ele a presenteou com uma câmera Nikon, e foi essa prenda, que a tornou uma fotógrafa.

A fotografia que mais a influenciou foi um retrato de família feito pelo pai onde todos apareciam perfilados lado a lado olhando para a objetiva. A imagem é de uma simplicidade e de uma geometria minimalistas que a influenciaram em um trabalho futuro. Simples, divertido e comunicativo.

Seria impossível contar a história da fotografia, sem mencionar o nome de Annie Leibovitz. Sua obra deve ser reconhecida, divulgada e admirada, por todos, pois traz respostas positivas e enriquecedoras para os que a sabem admirar.


Por: Everton di Lima e Tailise Galvão;

Reportagem Fotográfica: Praia da Barra


Para visualizar melhor a imagem, clique para ampliar.

Parte do texto: Quão interativo é o hipertexto?

Da miopia tecnicista, que valoriza a interação homem-máquina, herdamos o conceito de “usuário”, que é visto apenas como coadjuvante se comparado a estrela maior que é a tecnologia. Enxerga-se essa figura como um consumidor, que só faz uso do que está pronto, o que não é correto, pois aqueles que povoam o ciberespaço precisam ser vistos como sujeitos e não como meros visitantes. O designer de informação Edward Tufle faz uma constatação assustadora sobre o caso. Segundo ele, existem apenas duas indústrias que denominam o seu público como “usuários”: a que vende tecnologia e a que vende drogas!

Na época da Teoria da Informação (processo comunicativo onde o emissor tem mais importância do que o receptor), desenvolvida para o estudo da telefonia, o termo “usuário” não era usado, mas foi adotado um conceito de equivalente limitação: o receptor, que acabou sendo substituído por este. Estranho, é que mesmo depois de tanto trabalho lutando contra esse modelo que “subentende um emissor macro e um receptor micro, fraco, consumidor de supérfluos”, os estudiosos da comunicação mediada não foram muito além, adotando um novo termo, mas com significado similar.

Enfim, ambas as nomenclaturas são infelizes, pois denotam idéias restritas sobre o processo interativo. Sendo então, este trabalho preferirá adotar o termo Interagente, visto que significa aquele que age com outro, relação entre os participantes da interação.

Sobre o autor: Alex Primo (foto) é professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS e pesquisador com bolsa produtividade do CNPq. Possui mestrado em Jornalismo (Ball State University) e doutorado em Informática na Educação (UFRGS). Sua tese de doutorado foi premiada pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e pela Sociedade Brasileira de Infomática na Educação (SBIE). Prestou consultoria para a equipe do Orkut, na sede do Google, na Califórnia. Publicou o livro "Interação Mediada por Computador: comunicação, cibercultura, cognição". Atualmente pesquisa gêneros e interações em blogs e conversações online. Consultor de mídias sociais (Google EUA, Google Brasil).


O Surgimento da Internet

A Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas que possibilita o acesso global de qualquer tipo de informação. Surgida na Guerra Fria, teve um primeiro objetivo de manter contato entre as forças armadas norte-americanas para evitar ataques inimigos. Desenvolvida com o nome de Arphanet, ficou sem utilidade após esse período de conflito, sendo liberada assim para o acesso dos cientistas e, mais tarde, para as universidades. Com isso, deu-se oportunidade para os usuários domésticos utilizarem, fazendo assim, com que mais de 5 milhões de pessoas se conectassem ao maior sistema de comunicação mundial, principalmente nos EUA, nas décadas de 70 e 80. Em 1971, surgiu o modelo de teste do e-mail e, como teve resultado positivo, no ano seguinte foi lançado o seu primeiro software, aumentando a serventia da Rede. Já em 1973, foram criadas as primeiras conexões internacionais, interligando computadores na Inglaterra e na Noruega, desencadeando a existência de aproximadamente 100 sites dois anos mais tarde.

Devido ao crescimento fora do comum da ARPANET no final dos anos 70, tornou-se impróprio seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP). Depois de alguns estudos para tentar solucionar esse problema, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido em UNIX no ano de 1982, permitindo o crescimento praticamente ilimitado da rede.

O ano de 1985 além de acarretar o surgimento dos primeiros domínios (.edu, .org e .gov), foi também a época que começou a ser difundido o nome INTERNET para se referir ao conjunto de redes liderado pela ARPANET, que com a popularização do novo termo, fez com que o antigo saísse de circulação oficialmente em 1990, ano onde a rede começou a atingir a população em geral. Em 1991, surge o WWW (World Wide Web), tornando o uso desta mais rápido, fácil e produtivo. Para navegar nesse novo sistema, foi criado um novo tipo de software, conhecido como browser ou navegador, desencadeando o crescimento exorbitante de usuários, home-pages, e empresas que surgiram da Rede e para a Rede.

As conexões antes eram feitas dos próprios centros e laboratórios das universidades ou de outros locais como casas, escritórios etc, que usavam linhas telefônicas suportadas pela estrutura existente na época. Porém, com todo esse ritmo acelerado, uma nova estrutura precisou ser montada para suprir as necessidades do momento: é onde entram os provedores de acesso, com uma conexão de grande capacidade para prover acesso aos seus usuários. Com isso, a Internet passou a ser utilizada por vários segmentos sociais, seja para fazer busca de informações e empregos, jogos, bate-papo virtual, venda de produtos e milhares de outras funções que a cada dia ganham mais força, como é o caso do Orkut, Twitter e Facebook, por exemplo, que a partir de 2006 marcam a nova era da Internet: a febre das redes sociais.

Bill Gates, fundador e ex-presidente da gigante Microsoft Corporation, chegou a chamar a Internet de "uma bagunça sem real potencial de negócios", porém, nem ele iria imaginar que esta iria se tornar tão sólida, sendo considerada até mesmo, o maior sistema de comunicação desenvolvido pelo homem. O interessante é a rapidez e o dinamismo do processo, que evolui a cada instante, fazendo com que corramos atrás das novas tendências para não ficarmos ultrapassados das novas atualizações e tecnologias lançadas todos os dias. Curioso é se pensar no futuro da Internet, mas os estudiosos no assunto afirmam que uma coisa é certa: a Rede terá um impacto cada vez maior na sociedade mundial.

Mercado Fonográfico Brasileiro

O mercado fonográfico não só brasileiro como mundial já vem enfrentando uma crise considerável há alguns anos. Com a presença maciça da pirataria, agora cada vez mais comum, e com a facilidade do download de músicas pela internet, a venda de produtos físicos, como o CD e o DVD vêm caindo gradativamente.

A respeito dessas polêmicas questões, alguns cantores entram em divergência de opiniões. O vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, esclarece: “Como músico acredito que a música é livre para as pessoas ouvirem da forma que quiserem. Agora, do lado de quem trabalha na indústria, tem que haver um meio termo para que as pessoas que trabalham e vivem da música possam ser recompensadas pelo seu trabalho...”. Indo contra este pensamento, o cantor e compositor Leoni, junto com outros artistas da MPB (Música Popular Brasileira), idealizou o manifesto Música Para Baixar (MPB), no qual defendem o livre download de suas músicas, tendo por finalidade: "a flexibilização das leis da cadeia produtiva, para que estas assegurem o direito do autor(a), mas também a difusão livre e democrática da música".

Em 2009, no entanto, houve uma redução na venda de discos físicos (CD’s) na ordem de 12%, mas, em compensação, o faturamento de faixas digitais cresceu 9,2% em todos os continentes, possibilitando o crescimento do mercado fonográfico em 13 países e um expressivo aumento nas vendas da música pela internet, devido a um valor mais acessível à população.

Segundo uma reportagem da IFPI (International Federation of the Phonographic Industry), o Brasil é uma grande potência no mercado fonográfico digital, uma das razões são as inovações de mercado e de tecnologia, como o Orkut, YouTube e MySpace, que são redes sociais de grande audiência em nosso país, fazendo assim, com que sejamos a maior indústria da América Latina em 2009, além de ressaltar que no futuro o país será um dos maiores mercados digitais do mundo, devido aos altos índices de crescimento a cada ano.

Agora só nos resta acompanhar os dados, discussões e valores dos produtos da indústria fonográfica, para vermos como esta se posicionará nos próximos anos, até porque segundo opinião de Paulo Rosa, presidente da ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Disco), ter crescimento é uma grande vitória, mas que não deve ser festejada.

#CALABOCAGALVÃO

A Copa do Mundo de 2010 na África do Sul mal começou e já ocasionou vários assuntos que ganharam a mídia internacional. Além dos temas de praxe, como a escalação das seleções, jogos, resultados, entre outros, um assunto, fora do comum, conseguiu relevância e intrigou o mundo inteiro. Através da rede social mundial Twitter, que segundo seu chefe executivo de operações, Dick Costolo, no mês de Maio, conseguiu 190 milhões de visitantes, sendo gerados 65 milhões de ‘tweets’ diários, foi difundida a tag “Cala boca Galvão” contra os comentários desnecessários e em grande quantidade do locutor da Globo, Galvão Bueno.

Contestado sobre a postura de um grupo de brasileiros que lançaram idéias falsas sobre a campanha, vendendo uma iniciativa falsa para o mundo, o radialista da Radio Globo Jorge Luiz foi enfático: “O Brasil não pode ser o alvo de possíveis erros cometidos por alguns de seus cidadãos e acatar a critica é fundamental para o sucesso de alguém”, e ao falar sobre a atuação do mesmo nas transmissões dos jogos, completou: “Por onde você anda e é pelo país, as pessoas vivem imitando o Galvão”. O estudante Maycon Jeffersson de Medeiros da Silva, de 17 anos, que conta com mais de 50 mil seguidores no Twitter, incluindo personalidades como o político brasileiro José Serra e o ator americano Tom Cruise, foi um dos primeiros a começar toda a brincadeira na internet, e disse que assim como os brasileiros, os estrangeiros também acabaram entrando na diversão. O estudante de 17 anos Rhuan Lima, seguido no micro blog por Lady Gaga, cantora americana envolvida no assunto, confessou que também entrou no clima, e por conta da insatisfação ao comentarista e por zombaria aos estrangeiros, acabou difundindo a brincadeira na segunda maior rede social do planeta, atrás apenas do Facebook. De acordo com o Assistente Administrativo Joel do Nascimento, de 48 anos, o locutor é muito palhaço, não adotando uma postura correta que o futebol exige, sendo essa, um dos motivos que o leva a não assistir aos jogos na Rede Globo: “Assisto pela Bandeirantes, pois os locutores são mais sérios e fazem comentários mais pertinentes, além de não interromperem o que está sendo transmitido” - dados do Ibope mostram que a Band vem se consolidando em 2º lugar absoluto durante os duelos da Copa do Mundo (material de pesquisa).

Ao avaliar a conduta que Galvão tomou diante do acontecido, Maycon declara: “Ele não se importou, até disse que só ia se calar quando chegasse nos 1 milhão de seguidores”, já o colega de profissão, Jorge Luiz pondera: “Existe um dia do toureiro e um dia do touro. O importante é estar sempre pronto para qualquer um dos dias mesmo sabendo que vai custar uma vida”.

Saiba Mais: Operação Lei Seca

A Lei Seca ou Operação Lei Seca é uma denominação popular da proibição oficial de fabricação, varejo, transporte, importação ou exportação de bebidas alcoólicas. Esta, proíbe o consumo da quantidade de bebida alcoólica superior a 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro (ou 2 dg de álcool por litro de sangue) por condutores de veículos, ficando o motorista transgressor sujeito a pena de multa, a suspensão da carteira de habilitação por 12 meses e até a pena de detenção, dependendo da concentração de álcool por litro de sangue. Apesar de não ser permitida nenhuma concentração de álcool, existem valores fixos (citados acima), prevendo casos excepcionais, tais como medicamentos à base de álcool e erro do aparelho que faz o teste.

As operações da Lei Seca completaram dia 19/03/2010 um ano, e nos últimos 12 meses, os fiscais apreenderam 13.986 carteiras de habilitação de 177.682 motoristas abordados. Dentre eles, 34.308 foram multados e 10.626 veículos, rebocados. Os agentes fizeram 167.155 testes com bafômetro, que acusaram 12.858 casos de infrações administrativas, 816 criminais (índice de alcoolemia acima de 0,29 mg de álcool por litro de ar).

A Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, vem provocando uma mudança de hábitos da população brasileira no geral, que é o alto consumo de álcool por dia, porém, levantamento do Ministério dos Transportes indica que uma pessoa gravemente ferida no trânsito custa R$ 40 mil aos cofres públicos, e em um ano, a operação evitou no Rio que 4,5 mil pessoas morressem ou se ferissem no trânsito.



INTERESSANTE:

• No Rio de Janeiro, a Operação Lei Seca do governo do Estado leva cadeirantes que foram vítimas de acidentes de trânsito a locais em que se ingere álcool ou podem-se encontrar condutores, para estes conversarem com os motoristas que são submetidos ao uso do bafômetro.

• O Twitter da Lei Seca: www.twitter.com/leisecarj, possui mais de 68 mil seguidores, onde os donos da conta e as pessoas informam os locais onde têm blitz para que os motoristas desviem dos locais e não serem pegos com uma possível embriaguez.

O caótico trânsito no RJ

A cidade do Rio de Janeiro representa a segunda maior metrópole do país. Capital do estado, a mesma se configura como uma das mais frequentes rotas turísticas, devido a seus atrativos e beleza natural. Porém não é só de qualidades que a cidade se constitui. O Rio de Janeiro é fortemente marcado pelos seus contrastes e aspectos negativos.

Uma das maiores deficiências da cidade maravilhosa é o transporte público. Estes deveriam providenciar de forma eficiente o deslocamento da população de um local da cidade a outro. Porém, na capital fluminense, as carências desse setor são inúmeras.

Débora de Almeida tem 27 anos e faz diariamente o trajeto Rio da Prata (Bangu) - Barra da Tijuca e diz ter que optar pela Van para conseguir chegar a tempo em seu destino: “O Trânsito é péssimo. Tem engarrafamento todos os dias. Como o ónibus para em todos os pontos e demora mais à passar, sempre utilizo a Van. E mesmo assim demoro mais de 1 (uma) hora para chegar no serviço”. Indignada, Débora não é a única a passar pelo estresse diário do trânsito carioca.
A população estimada da cidade do Rio de Janeiro, segundo dados do IBGE, é de cerca de 10.000.000 (dez milhões) de habitantes, e o número de pessoas que utilizam e necessitam do transporte público é em média de 3,4 milhões, de acordo com a Secretaria municipal de Transportes. Assim, a falta de qualidade do serviço afeta de modo estarrecedor toda população.


GREVES

A última greve dos rodoviários foi iniciada à meia-noite de segunda-feira 24 de Maio, afetando, principalmente, as zonas Norte e Oeste da cidade. De uma forma geral, a greve foi considerada um fracasso pelo vice-presidente da Rio Ônibus (Sindicato das Empresas de Ônibus da cidade do Rio), pois de acordo com dados divulgados por Otacílio Monteiro, dos 8.600 ônibus existentes na cidade, 5.000 continuaram circulando normalmente, representando cerca de 60% da frota.

Mesmo assim, foram muitas as reclamações e ausência de funcionários em empresas. Lorraine Lima, de 22 anos, é supervisora de uma empresa de auditoria e consultoria e informou que cerca de 50% dos seus funcionários não conseguiram chegar ao trabalho: “Essa greve foi um caos. A empresa estava deserta. Apenas metade dos funcionários conseguiram vir trabalhar”.

A categoria reivindicou, um mês e meio após a greve de 12 de abril que causou caos, reajuste de 15%, além de vale-refeição de R$ 150, auxílio para compra de uniforme e o fim da dupla função de motoristas que atuam também como cobradores.

A Secretaria estadual de Transportes organizou um esquema especial para enfrentar a greve, solicitando às concessionárias de trens, metrôs e barcas para atuarem com a capacidade máxima ao longo do dia (da segunda).

O município do Rio, no geral, conta com cerca de 900 linhas de ônibus em circulação, mas para tentar diminuir o impacto da paralisação, a Secretaria Estadual de Transportes organizou um esquema especial, solicitando às concessionárias de trens, metrôs e barcas para atuarem com a capacidade máxima ao longo do dia.

VAN

Nos momentos de greve, a única opção para o povo é o transporte alternativo, e quando isso ocorre, há casos de passageiros que se reúnem e dividem um táxi ou então pagam quase que o dobro do preço normal, para viajarem em algumas vans, por não terem saída.

Motorista de van há 13 anos, Ubiratã da Costa, de 40 anos, considera que o transporte alternativo oferece mais comodidade, agilidade, flexibilidade de horário e mais segurança para os passageiros. Considera que como a busca pelas vans vem crescendo, há a necessidade do aumento da frota, sendo essa uma das únicas reclamações direcionadas a eles, motoristas. Mas não são só os passageiros que fazem protestos, Ubiratã se mostra insatisfeito com as exigências do atual prefeito e dispara: “Que saudade do Cesar Maia!”, devido ao fato da fiscalização firme em cima do transporte alternativo.

POLUIÇÃO

As deficiências nos meios de transportes coletivos não trazem apenas problemas em relação ao trânsito e compromissos pessoais da população. Com a carência do sistema, a busca e procura por meios de transporte privado (carros e taxis) cresce. Tal fenômeno promove um aumento alarmante no caos urbano, na medida em que sobe o número de automóveis nas ruas (engarrafamento e superlotações) e, consequentemente, a liberação de monóxido de carbono.

Além dos problemas padrões que assolam o mundo das conduções, as concessionárias de carros facilitam esse aumento no número de aquisição de veículos através de redução constante de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), maiores parcelamentos, preços mais acessíveis, e inúmeras promoções.

Pode-se concluir assim que os ônibus, essenciais para o bom funcionamento de uma cidade urbana, facilitam a vida das pessoas, pois promovem sua locomoção, e evitam o tão temido e debatido Efeito Estufa (com menos veículos sendo utilizados).

DICAS DE SITES RELACIONADOS AO TRÂNSITO

http://transito.rio.rj.gov.br/ - Mostra as condições atuais do trânsito em toda a cidade do Rio de Janeiro: Trânsito online.

http://www.ponte.com.br/ - Exibe trechos das rodovias com câmeras ao vivo, praças de pedágios, boletins on-line, entre outras funções.

http://twitter.com/transito - Com quase 600 seguidores, mostra como está os percursos em toda a grande São Paulo e Rio de Janeiro, atualizado minuto a minuto.

                                                                                                 
                                                                                           Por: Everton di Lima e Lívia Hungaro;

Conhecendo: Walter Firmo

Clique na imagem acima para visualizar melhor um pedaço da biografia do Fotojornalista Walter Firmo;

Eu, Walter Firmo e Silvania Liberman;

Veja suas melhores fotos no link ao lado: http://tinyurl.com/3xr8m8o
Para mais informações, visite: http://www.walterfirmo.com.br/

Análise dos jornais Extra e O Dia

• Ambos os jornais cobrem majoritariamente futebol, dando pouco destaque a outros tipos de esportes;

• As chamadas do Extra são mais polêmicas, fazendo uso de brincadeiras e gírias, como: “...pegou de jeito”, “Diabo...”, “E o Oscar vai para...”, “Do inferno ao paraíso”, entre outras. Já as do O Dia, são mais padrões, comedidas, até mesmo adiantando em outras palavras o que vem no desenrolar das matérias como, por exemplo, em “Para Mancini, vencer é o que interessa”, dando ênfase ao título utilizando as próprias palavras do entrevistado.


• As fotos do DIA são mais expressivas e completam mais o conjunto textual do que as do EXTRA.

• As legendas do EXTRA são mais diretas e explicam melhor o que irá ser lido pelos leitores nas determinadas matérias.

• O DIA informa mais que o EXTRA o nome dos Fotojornalistas responsáveis pelas imagens utilizadas; O EXTRA usa em algumas fotos: Divulgação/Photocamera.